Além disso, os movimentos sociais surdos desempenharam papel fundamental, fortalecendo a luta por acessibilidade, inclusão e respeito à diferença linguística e cultural. Com isso, a educação de surdos passou a ser compreendida não apenas como uma questão pedagógica, mas também como um direito humano, que envolve a preservação da identidade cultural e a construção de uma sociedade mais plural e inclusiva.

Fonte: BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Brasília, DF: Diário Oficial da União, 2002.

BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras. Brasília, DF: Diário Oficial da União, 2005.

QUADROS, Ronice Müller de; SCHMIEDT, Magali L. Educação de surdos: aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 2006.

SKLIAR, Carlos (org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.

STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: UFSC, 2008.


UNICESUMAR. Língua de Sinais para Surdos – L1. Maringá: UniCesumar, 2023.



Refletindo sobre a educação dos surdos, elabore um texto dissertativo (em média 25 linhas) baseado nos seguintes aspectos:

Como esses movimentos e lutas contribuíram para as conquistas legais, sociais e pedagógicas que temos hoje?

De que forma podemos perceber, na atualidade, os reflexos dessas mudanças na educação de surdos?